(Review 255) - Máquinas Mortais (The Hungry City Chronicles #1)

em 21 de diciembre de 2018

Título original: Mortal Engines
Autor: Philip Reeve
Editora: Harper Collins (Brasil) / Harper Collins (USA-UK) / Alfaguara (Espanha)
Páginas: 313
Gênero: Steampunk
Saga: The Hunger City Chronicles
1. Máquinas Mortais (Mortal Engines) 
2. Ouro de Predador (Predator`s Gold)
3. Artefatos Infernais (Infernal Devices)
4. Uma planície sombria (A Darkling Plain)
Valoração: 
Goodreads / Amazon / Skoob 


Neste brilhante mundo criado por Philip Reeve, a humanidade quase teve um fim em um conflito nuclear e biológico chamado de Guerra dos Sessenta Minutos. O mundo virou um descampado, a tecnologia foi praticamente extinta e todos os esforços humanos se voltaram para um único objetivo: fazer suas cidades sobreviverem. Para isso, elas precisam se mover, se tornando Cidades de Tração, para se afastar da radioatividade e doenças. Londres é uma grande cidade e está sempre a busca de novas cidades para se alimentar, como dita o Darwinismo Municipal: metrópoles consomem cidades menores, que consomem vilarejos e assim por diante. No meio de um ataque de Londres à uma cidade desesperada, Hester Shaw, uma menina com uma cicatriz horrível, tenta matar Thaddeus Valentine, o maior arqueólogo da cidade. Valentine é salvo por Tom Natsworthy, um historiador aprendiz de terceira classe. De repente, ambos acabam caindo para fora da Cidade de Tração. Agora perdidos no vasto Campo de Caça, sem uma cidade para protegê-los, os dois precisam unir forças para alcançar Londres e sobreviver a um caminho cheio de saqueadores, piratas e outras Cidades de Tração. Além disso, ao que tudo indica, Londres está planejando um ato desumano, envolvendo uma arma não usada na Guerra dos Sessenta Minutos, que pode dar fim ao pouco que restou do planeta. 

Resenha: 

Máquinas Mortais é o primeiro volume de uma tetralogia steampunk, que recentemente ganhou uma adaptação para o cinema, e que conta com uma grande vantagem: embora seja uma série, suas historias possuem começo, meio e final conclusivos, sendo que cada continuação contará com um conflito diferente do anterior, permitindo que o leitor possa vivenciar toda uma nova situação com cada livro. Num mundo literário onde quase tudo se torna série e as continuações de histórias até comuns parecem se prolongar até o infinito, é bacana poder contar com uma saga que, embora retrate sempre o mesmo universo (que diga-se de passagem é muito original e amplo), vai mudando com relação à trama, inserindo novos personagens e prometendo um final fechado em cada edição.

Nessa primeira parte o leitor é ambientado nesse futuro sombrio e improvável de Phillip Reeve. Depois da grande Guerra dos Sessenta Minutos onde a humanidade praticamente se dizimou, e países inteiros desapareceram do mapa, os sobreviventes tiveram que se reagrupar e com o passar dos anos, a vida em movimento tornou-se a regra. Agora, as cidades já não estão em um lugar definido como outrora, mas são navegantes, mudando a rota e a localização à cada instante. É impossível rastrear outros países e essa inconstância fez cada cidade tornar-se isolada das demais. Além disso, esse novo modo de vida possui sua própria cadeia alimentar. Para sobreviver, uma cidade se alimenta de outras. É como se fossem verdadeiros piratas, engolindo os menores e mais frágeis que há pelo caminho, saqueando seus bens e matéria prima, muitas vezes escravizando populações, tudo em nome de uma sobrevivência voraz. 

Thaddeus Valentine é uma lenda em Londres, ele é um famoso historiador, o mais importante de todos e suas descobertas causam inveja. Valentine é aventureiro, desbravador e conhece até os lugares mais longinquos. Ele é um ídolo para Tom Natsworthy, um jovem aprendiz. Porém, quando uma jovem tenta assassinar Valentine, Tom pensa que se tornará um herói ao salvar a vida do grande historiador, no entanto, quando Tom escuta algo que não deveria, ele é traído por Valentine, e arremessado para fora de Londres, em terra firme, forçado a viver como um andarilho, num mundo hostil. Em princípio Tom não entende porque o bondoso Valentine o traiu, mas com o passar do tempo, ao ser obrigado a conviver com Hester Shaw, a garota que busca matar Valentine, Tom descobre que Londres é mais perigosa do que imaginava e que os planos do líder da cidade podem causar uma nova onda de destruição capaz de abalar a civilização inteira mais uma vez. 
Enquanto Tom tenta desarmar a ameaça em Londres ao lado de aliados improváveis nesse estranho mundo novo, a filha de Valentine, Katherine, já está desconfiada de algum esquema suspeito e após o atentado contra Valentine, ela fará de tudo para descobrir a verdade por trás das mais famosas expedições de seu famoso pai e essa verdade pode unir os destinos de todos eles, outra vez. 

Máquinas Mortais desde os primeiros capítulos já começa cheio de intriga e com revelações inesperadas. O autor vai inserindo o leitor nesse mundo novo bem aos poucos, mas de uma maneira bastante firme, simples, que permite que o leitor entenda sem dificuldades esse universo onde nações se voltam contra outras nações numa espécie de lei do mais forte. Gostei demais do livro porque o ritmo não decaiu nem o começo e nem no final, Reeve soube manter-se sempre na mesma linha de narração, e a alternância de personagens que contam sua história deixou a trama mais interessante, pois temos os pontos de vista de Tom e de Katherine, cada um nos permitindo conhecer um lado diferente da moeda, e ao fim o leitor se torna apto também para julgar quem está correto e quem é vilão. 

Os personagens são fortes e carismáticos. Katherine foi uma revelação pra mim porque no começo me pareceu a filha mimada do herói da cidade e então, de repente, se torna uma fortaleza, guerreira e determinada em descobrir uma verdade que ela sabe que foi escondida de todos. Katherine não se ilude, e se permite duvidar de todos, ao mesmo tempo em que ainda mantém uma certa inocência que é coerente com o perfil do personagem. 
Os outros dois protagonistas, Tom e Hester também são igualmente interessantes, justamente por não possuírem os perfis típicos de protagonista. Nenhum deles é extremamente heroico, e eles possuem debilidades e complexos que os mostram muitas vezes como frágeis, porém, em momentos cruciais, conseguem se defender, surpreender e garantir momentos de tensão ao leitor. Essas personalidades inconstantes de cada personagem garante um toque bem único à história.

A ambientação foi o que mais gostei porque é complexo, mas não é complicado. Foi fácil de entender os conceitos todos e até mesmo visualizar essa realidade sob rodas criada pelo autor. Embora seja uma ambientação totalmente nova pra mim, não me causou estranheza em nenhum momento, e a linguagem acessível do autor deixou a trama leve, perfeita para todas as idades.

Phillip Reeve não tem dó de seus personagens. É uma trama bem brutal, retratando um mundo predador, então, Reeve consegue deixar bem demonstrada a insegurança daquelas pessoas e o quão incerto é o futuro de cada um deles. A trama toda é cheia de perdas, e o fato de eu ter me apegado à alguns personagens ali só me fez sofrer pois como disse, as perdas são inevitáveis durante toda a trama.

Há mortes, há tiros, há conflitos e traições e temos também um vilão bem caracterizado porque pra mim ele também não foi típico. É um vilão que apesar de fazer o mal, possuí também um lado bom, um vilão que consegue demonstrar frieza e amor em momentos distintos da leitura, e o fato de possuir dois lados, um capaz de amar e outro capaz de destruir o torna inconstante e imprevisível.

A narrativa de Reeve como já disse se mantém sempre no mesmo ritmo, é simples e fácil de entender, numa linguagem agradável, que prende o leitor à história. Nada de palavras rebuscadas ou conclusões difíceis, nada de ficar dissertando demais acerca de um tópico ou aprofundar-se em excesso nas descrições. Phillip Reeve conseguiu poupar o leitor, e entregar uma obra fresca em originalidade e envolvente. 

Se eu quero seguir lendo a saga? Com certeza esperarei ansiosa pela segunda parte pois, apesar do final fechadinho, fiquei bem curiosa em conhecer mais desse universo steampunk e futurista, com ares bem obscuros que, com certeza, ainda tem muito à revelar.

Enfim, Máquinas Mortais foi um inicio de saga convincente que pude ler rapidamente por conta da narrativa fluída e simples. Os personagens carregados de dualidades ficaram bem caracterizados e a ambientação foi o que mais me encantou pois é algo novo dentro do que sempre leio. Estou querendo também conferir a adaptação pois uma história grandiosa como essa tem tudo para estar sensacional também nas telonas.

"Você não é um herói. E eu não sou bonita. E nós provavelmente não vamos viver felizes para sempre - ela disse - Mas nós estamos vivos, e juntos, e nós vamos ficar bem."

Philip Reeve (28 de fevereiro de 1966) é um escritor e ilustrador inglês. Escreveu a tetralogia Mortal Engines, cujo primeiro livro foi adaptado e irña estrear nos cinemas.
Reeve estudou ilustração primeiro no então Cambridgeshire College of Arts and Technology (CCAT) onde contribuiu para a tirinha da revista Student Union. Depois, estudou na Brighton Polytechnic. Atualmente mora em Dartmoor com sua esposa Sarah e seu filho Samuel.
Antes de iniciar sua carreira como ilustrador profissional, trabalhou vários anos em uma livraria em Brighton. Enquanto era estudante e por alguns anos depois, ele escreveu e atuou em pequenos shows cômicos em vários grupos. Criou desenhos para vários livros como a série da coleção Saber Horrível. 
Reeve escreve desde os cinco anos de idade. Seu primeiro livro com temática mais adulta é Mortal Engines, que ganhou o prêmio de literatura Nestlé Smarties e foi um dos finalistas do Whitbread Book Award.

Web Page Oficial: http://www.philip-reeve.com/

Twitter: Philip Reeve


Até a próxima, 



Ivy

29 comentarios:

  1. Uauuu que legal a sua resenha.
    Confesso que pela história em si a primeira vista não me chamaria atenção, mas depois da tua resenha fiquei com interesse e achei bem legal esse enredo :)
    Boas festas.

    XoXo
    - Helena Primeira
    - Helena Primeira Youtube
    - Primeira Panos

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  2. Oi Ivy,
    Fiquei bem feliz que conseguiram relançar por aqui.
    Estou curiosa com o filme, e agora com o livro. Eu gosto de fantasias cheias de ação assim e com linguagem simples. Não leio muito do estilo, mas futuramente quem sabe rola uma chance com esse.

    até mais,
    Nana - Canto Cultzíneo

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  3. Oi Ivy! Desde que vi o trailer do filme fiquei com muita vontade de ler o livro, o universo da série parece ser fascinante. Bjos!! Cida
    Moonlight Books

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  4. Olá, Ivy.
    Eu me surpreendi com a facilidade que li esse livro. Quando vi o gênero achei que fosse ser uma leitura bem arrastada, mas li ele em uma sentada. E amei a história e com certeza vou torcer para a editora trazer os outros livros logo.

    Prefácio

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  5. Oi Ivy!
    Eu não me senti muito atraido pela trama não, confesso. Tanto do livro, quanto do filme, mas tenho visto resenhas bem positivas, principalmente essa dualidade dos personagens. Não é a primeira pessoa que me cita, e eu gosto de complexidade nos protagonistas. Cria mais veracidade para mim. Por hora, é capaz de eu vê o filme primeiro, caso curta, eu arrisque o livro, mas ta pendurado nas possibilidades, sem dúvidas.

    Abraços
    David
    http://territoriogeeknerd.blogspot.com/

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  6. Olá, tudo bem? Caramba, ainda não conhecia essa série e acho que nunca li nada desse gênero. O livro não me chamou a atenção logo de cara, mas acho que se eu der um chance vou curtir a leitura. Adorei a resenha e dica!

    Beijos,
    Duas Livreiras

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  7. OIIIII,


    Eu acho a capa deste livro extraordinária!!! Linda demais e a história parece ser muito envolvente mesmo. Fiquei curiosa para conferir a adaptação também parece que ficou muito lindo. Espero poder conferir a história em breve, porque apesar de não ser muito meu gênero, parece ser muito interessante a leitura.

    Beijinhos...
    http://www.paraisoliterario.com

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  8. Nossa, fiquei bem curioso também por esse mundo. Bem diferente do que vemos por aí, mesmo.
    Depois vou dar uma pesquisada nas sinópses dos livros restantes da série. Beijos!

    www.rapeizedinamica.biz

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  9. Olá!
    "Máquinas Mortais" é uma série que eu leria porque tenho preferência por livros únicos e, pelo que você disse, os volumes possuem uma história com inicio, meio e fim.
    Gostei desse aspecto distópico que a obra apresenta e, se tiver oportunidade, farei a leitura.

    Abraço!

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  10. Oi Ivy,

    Vi duas resenhas desse livro e foram positivas como a sua, não leio muito steampunk, mas acho muito legal o universo que é criado nesse gênero.
    Quero muito ler esse livro antes de ver a adaptação.

    Bjs e um bom fim de semana!
    Diário dos Livros
    Siga o Instagram

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  11. Oii!
    Confesso que sagas me dão um pouco de receio, sempre penso bem na hora de começar uma ainda mais ultimamente que estou lendo livros únicos e acabo passando. Entretanto, estou lendo bastantes resenhas positivas desse livro e realmente fiquei curiosa. Gosto desse gênero (mas fico muito paranoia também hahaha). Fiquei feliz em saber que a linguagem do autor é boa e prende o leitor, isso me anima mais!
    Adorei a resenha!
    Beijos

    Our Constellations

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  12. Olá, Yvy
    Eu nunca ouvi falar nessa série e nunca li nada steampunk, na verdade é um termo bem novo pra mim. Eu gosto do universo que o autor criou mas fico com medo de não conseguir visualizá-lo. Acho que é uma boa obra pra eu tentar ler depois.

    Beijo
    http://www.capitulotreze.com.br/

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  13. Olá Ivy, tudo bem?

    Quando assisti o trailer desse filme fiquei super curioso, quero muito assistir os efeitos especiais parecem incríveis, quero muito ler os livros dele também, adorei o post....bjs.


    https://devoradordeletras.blogspot.com

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  14. Oi, Ivi

    Eu não sabia que o filme era uma adaptação até ver a resenha no blog da Silvana há alguns dias. Acho interessante esse conceito de cidades que se movimentam e que se "alimentam" umas das outras.
    É um gênero que nunca li, confesso, mas achei promissor. E outra coisa qu curti foi que são histórias fechadas. É bom porque se a pessoa não curtir não deixa aquela sensação de algo inacabado. Eu particularmente odeio.

    Beijos e Feliz Natal
    - Tami
    https://www.meuepilogo.com

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  15. Oi, Ivy!

    Tenho muita curiosidade com a história e achei super legal o fato de serem independentes de volume pra volume, isso faz com que seja possível conhecer a vida de vários personagens dentro do mesmo universo e como foram afetados com a guerra. Vou conferir primeiro o filme, mas assim que possível vou ler o livro também!

    xx Carol
    http://caverna-literaria.blogspot.com

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  16. Oie
    Este livro não faz muito meus estilo de leitura, apesar de eu achar o enredo bem interessante. Mas quero assistir ao filme.

    Beijinhos
    https://diariodeincentivoaleitura.blogspot.com/

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  17. Oi, Ivy!
    Só as resenhas desse livro pra me fazer entender o trailer do filme. Toda vez eu ficava só ???? quando assistia.
    Parece o tipo de história que eu curto e é bom saber que a ambientação não é complicada.
    Beijos
    Balaio de Babados
    Natal Literário 2018: 5 kits, 10 ganhadores. Participe!

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  18. Oi Ivy, tudo bem?
    Adorei a resenha! Confesso que é por causa do filme que estou cogitando ler, mas agora você me deu bons motivos pra fazer isso. E achei ótimo que cada livro tenha um final mais fechadinho!
    Beijos,

    Priih
    Infinitas Vidas

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  19. Oi Ivy!
    Estou curiosa pra ver o filme, mas não sei se lerei tbm...
    Adoro autores que não tem dó de matar personagens HAHAHAH
    Bjs
    http://acolecionadoradehistorias.blogspot.com

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  20. Hey!
    Olha, vou te falar que é tanta coisa pra ler que fico até triste quando vejo uma resenha de uma história tão legal e não tenho tempo para ler... Mas nunca é demais ter boas opções para quando e se sobrar tempo.
    Achei sua resenha muito contagiante, e mesmo que eu não consiga ler os livros por agora com certeza vou ver o filme.

    Beijos!

    http://www.garotasdevorandolivros.com

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  21. Estava curiosa sobre esta série e sua resenha veio sanar minhas curiosidades. Adorei saber que a narrativa é tão gostosa e nada enfadonha, sem falar do carisma dos personagens.
    Bjs Rose

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  22. Olá,
    Não conhecia o autor e nem o livro, mais não me chamou a atenção essa premissa eu vou deixar essa dica passar dessa vez

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  23. Oi!
    Quero muito ler mais vou ter que adiar um tempo, pois estou cheia de sagas para terminar. Mesmo assim adorei a premissa, e agora sabendo que foi uma leitura fluida e rápida para você, quero mais ainda. Enquanto isso irei procurar assistir a adaptação que eu não sabia que tinha!

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  24. gosto mt de historias distopicas como essa, ja curti mt conhecer esse livro e o inicio dessa saga

    www.tofucolorido.com.br
    www.facebook.com/blogtofucolorido

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  25. Olá,
    Já tinha lido algumas resenhas sobre e com certeza este livro faz meu estilo. Tanto pela ação quanto pelos personagens, parece ser daqueles que a gente espera ansiosa pelo próximo livro.

    Debyh
    Eu Insisto

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  26. Olá, pulei grande parte da sua resenha porque essa é uma obra que figura entre as minhas próximas leituras e sinceramente falando, fico feliz pelas suas considerações, me parece uma obra que inicia um ciclo muito bem e isso é o melhor de tudo, adorei conferir suas impressões.

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  27. Olá Ivy, eu não conhecia esse livro e nem sabia da adaptação para o cinema, mas pelos seus comentário o enredo parece estar bem bacana com bons personagens e uma ambientação bem feita que não nos deixa perdidos *-* Gostei de saber que apesar de ser uma série cada livro é fechadinho *-* Adorei a dica e espero poder lê-lo em breve também <3

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  28. Olá, tudo bem? Eu só conheço o livro, confesso, por causa da adaptação que está por vir, mas quero realizar a leitura antes. Sua resenha me deixou curiosa sobre a mesma, e que posso esperar boa leitura desse início de série. Dica anotada e belas fotos <3
    Beijos,
    http://diariasleituras.blogspot.com.br

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  29. Amei tanto sua resenha, impossível ler ela e não querer conhecer essa série. Mesmo fugindo do meu gênero favorito, quero explorar essa leitura!

    www.kailagarcia.com

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