(Review 327) - Crave a marca (Carve the mark #1)

em 21 de octubre de 2019

Título original: Carve the mark
Autor: Veronica Roth
Editora: Editora Rocco (Brasil) / Katherine Tegen Books (EUA) / RBA Molino (Espanha)
Páginas: 480
Ano de Publicação: 2017 (EUA) / 2017 (Brasil)
Gênero: Ficção Científica Juvenil 
Valoração: 
Goodreads / Amazon / Skoob / Saraiva / Cultura

Em um planeta onde a violência e a vingança imperam, em uma galáxia onde alguns são afortunados, todos desenvolvem habilidades especiais - o dom-da-corrente - um poder único para moldar o futuro. Enquanto a maioria se beneficia destes dons, Akos e Cyra não. Seus dons-da-corrente os tornam vulneráveis ao controle dos outros. Será que vão conseguir recuperar o controle dos seus dons, de seus destinos e das próprias vidas, e ainda instaurar o equilíbrio de poder no mundo?
Cyra é irmã de um tirano brutal que governa o povo de Shotet. Os dons especiais da jovem causam dor, mas trazem poder - algo explorado por seu irmão, que a usa para torturar seus inimigos. Mas Cyra é muito mais do que uma arma na mão do irmão: ela tem uma resistência fora do comum, raciocínio rápido e é mais esperta do que ele imagina. 
Akos vem de Thuvhe, a nação amante da paz, e a lealdade à sua família não tem limite. Mesmo protegido por um dom especial incomum, Akos não evita que ele e seu irmão sejam capturados por soldados inimigos shotet. Akos se desespera e quer resgatar o irmão vivo, não importa a que custo.
Quando Akos é empurrado para o mundo de Cyra, a inimizade entre seus países e famílias parece intransponível. Acreditando ser a única saída, Akos decide se unir a Cyra. Uma união que pode resultar na sobrevivência ou na destruição de ambos... 
Numa narrativa eletrizante, no viés de Star Wars e Divergente, Veronica Roth explora - com equilíbrio e pungência - a história de um jovem que faz uma aliança com o inimigo para escapar da opressão que governa sua vida. Juntos, partem em busca de seus únicos objetivos: para um, a redenção; para o outro, a vingança. 



Crave a marca  é uma ficção científica juvenil ambientada em um planeta desconhecido dividido entre duas raças de inimigos mortais: os Thuvhe e os Shotet. Os thuvesitas são mais nobres, reconhecidos pelas outras sociedades e planetas, apoiados pela Assembléia, possuem duas oráculos capazes de prever acontecimentos futuros e são uma economia estruturada. Os shotet são considerados rebeldes, invasores e primitivos. Seus líderes, a família Noavek, é reconhecida pela brutalidade com que impõem seu poder.

Akos Kereseth  é o filho mais novo de uma das familias influentes de Thuvhe. Sua mãe é um oráculo e ele é um afortunado. Possuí um dom que ainda não se desenvolveu e sua fortuna, mantida em segredo por seus pais, acabou de ser revelada. Não era o que Akos poderia esperar e isso o coloca em perigo. 
Quando inimigos shotet invadem a casa da família, Akos tem que presenciar seu mundo ruir. Ele é levado prisioneiro junto com seu irmão Eijeh. E agora está incumbido de ser acompanhante de ninguém menos que a temida Cyra Noavek, a filha mais jovem dos Noavek, conhecida por um temperamento violento e brutal, alvo de lendas e temor.
Cyra é a irmã mais nova de Ryzek, e mesmo a contragosto está obrigada a acatar as ordens do irmão sanguinário. 
Acontece que Cyra queria ser diferente, ela não é uma arma, mas um ser humano. E quando Akos, seu inimigo, enxerga isso, Cyra começa a perceber que vale a pena tentar escapar do jugo de violência de sua família. 
Mas há uma guerra a caminho, e segredos que ficarão expostos. Cyra é usada como um objeto de tortura de seus inimigos, e fugir dessa missão pode significar perder tudo, inclusive Akos.

Minha opinião:

Crave a marca  é com certeza um dos livros mais injustiçados que já li. Sei que muitos não gostaram do final de Convergente (incluindo eu), a série anterior da autora, e isso fez alguns leitores rejeitarem Crave a marca antes mesmo do livro vir a público. Além disso, o livro também criou polêmica no Goodreads quando algumas pessoas acusaram a trama de ser racista, ao apresentar duas sociedades divididas, marcadas pela cor da pele como uma das características. Alguns alegaram que colocar os rebeldes shotet como inimigos de pele escura enquanto os pacíficos thuvesitas eram os da "pele fina" seria dar margem a um debate racial. Sinceramente, eu li o livro e não vi nada disso. Até porque os "bonzinhos" e os "malvados" aqui se alternam bastante. Os shotet por exemplo são muito mais do que invasores perversos. Eles são uma sociedade com uma cultura, uma religiosidade e com uma habilidade próprias. Taxar um ou outro como heróis e bandidos não é tão simples em Crave a marca e por isso mesmo as acusações feitas, ao meu ver, não são 100% certeiras.
É verdade que no começo qualquer um pensa que os shotet que são os irracionais e selvagens, mas ao longo da leitura a gente vai conhecendo uma sociedade que é na verdade super oprimida por seus líderes, pessoas que contam um lado "b" da história alegando serem eles os atacados e não os atacantes, então, chega um ponto onde eu já nem tinha tanta certeza de quem era o herói da coisa toda.

Eu gosto da narrativa da Veronica Roth. Crave a marca tem seus errinhos, mas no geral me prendeu completamente, me senti imersa naquele universo único criado pela autora. A ambientação é muito original, acho que nunca havia lido nenhuma estória parecida. Temos uma galáxia diferente, sociedades regidas por oráculos e pessoas que possuem dons e fortunas (seria como um destino definido para a pessoa, não importa o que aconteça), há guerreiros, há políticos, há regentes brutais, e pelo que pude notar, pouca tecnologia. A sensação foi bem parecida ao que senti lendo Fúria Vermelha do Pierce Brown: a certeza de estar lendo algo fora do comum. 
Infelizmente, por ser tão fora do comum a gente se perde bastante até a trama engrenar de vez. O começo pode ser complicado, porque a autora usa de termos e descrições que fazem o leitor literalmente boiar. Até há um glossário no final do livro explicando tudo, mas ainda assim me sentia perdida e até me sentir familiarizada com o ambiente e seus detalhes, sofri um pouco de início. 

Os personagens são magníficos. A Veronica sabe como criar personagens brutais, daqueles que deixam a gente com um desconforto constante. Temos um vilãozão cheio de complexos e traumas, alguém que é bem insano mesmo. Ryzek foi um tremendo personagem, e se revelou aos poucos. Isso que me surpreendeu porque ele pinta ser um menino fraco no começo, mas aos poucos vai ficando cada vez mais paranóico e louco, até se tornar um psicopata. Ao mesmo tempo, ele também tem seus fantasmas escondidos e precisa lutar contra isso e contra a sua própria fortuna (destino) desfavorável.

Os protagonistas também foram excelentes. Cyra Noavek foi minha favorita. Ela é implacável, inteligente, arisca. Sabe que é odiada e às vezes, dependendo de quem é, ela até desfruta disso. Cyra não é uma criaturinha meiga e indefesa, a donzela em perigo. Ela é bem ao contrário disso tudo e eu adorei. Ela tem um coração bom, mas se contentou em ser uma carrasca por causa de seu dom, e embora ela sofra por ser uma assassina, ela ainda se mantém altiva e orgulhosa diante das pessoas, sem deixar a peteca cair. Achei sua personalidade magnética. 

Akos não é tão bom quanto Cyra, mas fez um par legalzinho com ela. Ele é o equilibrio pra ela, e como parceiro funciona bem porque marca um ponto oposto. Akos foi sequestrado, perdeu tudo, se tornou acompanhante de Cyra por conta de seu dom que bloqueia o dela, e agora tem que assistir seu irmão Eijeh definhar enquanto tenta em vão salvá-lo. Akos se tornou força bruta, mas precisa da inteligencia aguçada de Cyra pra seguir adiante e eu gostei de ver essa relação equilibrada nascer entre eles.
Ainda assim, o romance acabou sendo um dos pontos mais fraquinhos da trama pra mim. Apesar de ter sido pausado e cheio de tropeços até se firmar, não consegui sentir a intensidade de sentimentos do casal. Eles garantem estar apaixonados, mas até aqui nesta primeira parte, apenas notei uma suave atração, não fiquei inteiramente convencida dos sentimentos ali, especialmente por parte de Akos. 

A escrita da Veronica aqui envolve o leitor à partir de quando a gente se familiariza com a trama e seus pormenores. Há de tudo um pouco na história: ação, traições, conspirações, brutalidade, romance, amizade, lealdade e um monte de reviravoltas e revelações que vão mudando a cara da estória com o passar das páginas. Eu gostei muito do ritmo mantido pela autora. Os capítulos são intercalados entre a primeira pessoa de Cyra e uma narrativa na terceira pessoa de Akos, e com isso a gente consegue entender um pouco do íntimo dos dois e também tomar parte na realidade experimentada em cada lado desse conflito entre Thuhve e Shotet.

Concluindo...

Crave a marca  foi uma tremenda surpresa, pois apesar da trama de início confuso e complicado, aos poucos fui me apegando aos personagens e me sentindo imersa naquele universo bem brutal desenhado pela autora. Senti realismo na trama, vi coerência em cada personagem, e embora a profundidade de sentimentos que os protagonistas alegam nutrir um pelo o outro ainda não tenha me ganhado completamente, admito que torci por ambos e terminei cada página ansiosa e curiosa em desvendar os destinos de Cyra e Akos na última parte da bilogia, Destinos Divididos.

" Havia uma fome dentro de mim, e ela sempre esteve aqui. Essa fome era mais forte do que a dor, mais forte do que o horror. Ela continuava correndo mesmo depois de tudo dentro de mim ter desistido. Não era esperança, ela não alçava vôo; ela rastejava, unhava e se arrastava, e não me deixava parar. E, quando finalmente eu a nomeei, descobri que era algo muito simples: o desejo de viver. "



"Ela não era um prego enferrujado como havia lhe dito antes, ou um atiçador quente, ou uma arma na mão de Ryzek. Ela era uma flor-sossego; puro poder e possibilidade. Capaz de fazer o bem e o mal na mesma medida. "

Veronica Anne Roth nasceu no dia 19 de agosto de 1988 na Cidade de Nova Iorque (EUA).
Devido à sua paixão pela escrita, e também incentivada pela sua família, ingressou na Universidade de Northwestern para estudar Escrita Criativa. Foi nessa época que Veronica decidiu começar a trabalhar no primeiro esboço de Divergente - série de livros que a tornou mundialmente conhecida.
Com apenas 27 anos, Veronica entrou para a lista dos autores mais lucrativos do mundo, feita pela revista Forbes. Ela fatura anualmente mais de 17 milhões de dólares, ficando em 7ª colocação. Roth é a autora mais jovem a entrar neste ranking, sendo considerada uma das melhores autoras para o público jovem-adulto da atualidade.
Atualmente, ela mora em Chicago com o marido, o fotógrado Nelson Fitch.
Crave a Marca é a dualogia mais recente da autora. Seu último volume - Destinos Divididos  - foi publicado recentemente no Brasil pela Editora Rocco.


Web Page Oficial: https://veronicarothbooks.com/



Até a próxima, 


Ivy

25 comentarios:

  1. Olá, tudo bem? Os livros da autora não são de um estilo que eu costume ler, mas depois de ler tua resenha fiquei bem curiosa para conhecer os personagens e o universo de Crave a marca. Adorei a resenha e dica!

    Beijos,
    Duas Livreiras

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  2. Oi Ivy! Eu gostei bastante do livro e estou ansiosa para ler o segundo volume. Eu fiquei bem empolgada com a trama, pena não ter feito muito sucesso. Bjos!! Cida
    Moonlight Books

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  3. Eu não li a série anterior XD~
    Nunca li nada dessa autora, mas gostei da premissa desse.
    Ainda quero dar uma chance pra ele

    Sai da Minha Lente

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  4. Oi, Ivy como vai? Nunca li essa obra, apesar de ter curiosidade em lê-la, sua resenha fez eu decidir que não valerá a pena eu lê-la, apesar de concordar que a obra tenha suas qualidades. Ótima resenha, abraço!

    https://lucianootacianopensamentosolto.blogspot.com/

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  5. Oi Ivy,
    Nossa, não sabia sobre essa treta no Goodreads.
    Eu fiquei curiosa com algumas coisas, e outras me deixaram confusa, acho que pelos nomes. Daí vc mencionou na resenha, haha
    Eu não leio muito do estilo por isso, mas quem sabe rola futuramente

    até mais,
    Canto Cultzíneo

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  6. Oi, Ivy
    Eu acho que cada pessoa tem uma experiência diferente e um entendimento diferente da obra. Você pode ver de uma forma diferente da minha, isso é normal. O que não é legal é que as pessoas julguem antes sem conhecer, ou que deixem a opinião dos outros moldar sua visão da história sem você ter tirado suas próprias conclusões. Acho válido você indicar a obra, e o legal dos livros é nos fazer refletir mesmo, senão nem adianta buscar conhecimento né? Não leria, porque eu não gosto de distopia, mas eu gostei da trama.
    Beijo!
    https://www.capitulotreze.com.br/

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  7. sempre quis ler alguma coisa da Veronica Roth, já achei bacana conhecer mais esse livro dela

    www.tofucolorido.com.br
    www.facebook.com/blogtofucolorido

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  8. quando eu li a saga Divergente eu adorei o começo, mas fiquei tão frustrada com o final que falei que nunca mais ia ler nada dessa autora, mas eu gostei dos seus comentários sobre esse livro, ela parece ter melhorado o desenvolvimento dela na escrita e eu fiquei curiosa pra ler essa duologia agora!
    Adorei, ahazou nas fotos e obrigada pela dica!

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  9. Eu acho essa capa maravilhosa e tenho muita vontade de ler o livro. Ainda não tive oportunidade, mas gostei de ler sua resenha e saber que nem todas as críticas que li são tão certeiras. Gosto de ver todo tipo de opinião. E vou deixar ele aqui na TBR de "um dia vai"!!!
    Beijocas

    Carol, do Coisas de Mineira

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  10. Olá, Ivy.
    Eu tenho esse livro aqui mas ainda não li ele. Foi um dos últimos que ganhei na época que ainda participava de sorteios hehe. E nem sei porque não li ele, nem sabia desses bafos envolvendo o livro hehe. Mas agora que vi que tem continuação acho que vou esperar para ler.

    Prefácio

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  11. Oi Ivy, tudo bem?
    Eu não fazia ideia do tema desse livro, mas sou uma das pessoas que não li nada da autora depois de ter visto o bafafá com Convergente.
    Achei a trama bem interessante e gostei muito da sua resenha, especialmente das ressalvas sobre as polêmicas.
    Beijos,

    Priih
    Infinitas Vidas

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  12. Oi, Ivy!
    Tenho o livro aqui, mas acabei deixando pra depois e nunca li hahaha Não sabia do rolo que teve com a trama e fiquei curiosa para tirar minhas próprias conclusões. Como tem continuação, vou esperar para ver se leio os dois de uma vez.
    Beijinhos,

    Galáxia dos Desejos

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  13. Adorei sua postagem de hoje, sempre estou aqui acompanhando seu blog. Tenho aprendido muitas coisas legais aqui e te agradeço por compartilhar...

    Beijos 😘.

    Meu Blog: Dicas da Web

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  14. Oi, Ivy!
    Eu não li Crave a Marca ainda, mas não por não ter gostado do final de Convergente.
    Não, eu não gostei. Achei RIDÍCULO a Tris ser aquela mulher super poderosa e morrer de um jeito tão bobo e simplista.
    Mas é porque realmente não tinha parado para ler nada sobre ele.
    Para você tem ideia, eu nem sabia dessa polêmica toda racial.
    Mas fiquei interessada agora. Bastante.
    Seus comentários me instigaram a ler.
    E eu também gosto da escrita da Roth.
    :D

    Beijoooos

    Teca Machado
    www.casosacasoselivros.com

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  15. Oi, Ivy

    Acho que o livro flopou tanto que nem essa polêmica da questão racial bombou, pois eu nunca ouvi nem falar! hahahaha
    Eu sou uma das que ODIOU o final de Convergente, mas não pelo fato dela ter morrido e sim pelo fato dela ter demorado demais a morrer. Podia ter morrido no segundo livro! hhahaahahah
    E esse livro aí só não me chama a atenção por conta da pegada sci-fy, não funciona comigo...

    Beijo
    - Tami
    https://www.meuepilogo.com

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  16. Oi, tudo bem? Nossa, não conhecia a obra, e olha que eu fico de olho nos lançamentos de yas. Acabei não conseguindo terminar a série Convergente e, depois disso, nunca mais procurei nada dela, na verdade, achei que ela não tivesse lançado mais nada hehe. Sobre a história, acho que funcionaria comigo. No momento não é a minha prioridade, mas quem sabe um dia, né. Obrigada pela dica!

    Love, Nina.
    www.ninaeuma.blogspot.com

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  17. Infelizmente, o final de Convergente meio que me deixou receosa de ler qualquer coisa da autora. Não sei se leria Crave, ainda mais com todas as polêmicas que envolvem a história. Talvez se eu lesse até poderia mudar de ideia, mas com tantos livros me chamando a atenção, vai ser mais difícil.
    Beijos
    Mari
    Pequenos Retalhos

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  18. Olá

    Eu sou do grupo que teve uma péssima experiência com Divergente e quero distância das obras da autora haha.
    Ela é formidável escrevendo e merece todo reconhecimento e conta bancária que vem ganhando, mas ainda não a perdoei por aquele final haha, mas acho que darei uma chance essa nova chance.

    Beijos

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  19. Oi Ivy!
    Eu tbm acho a Veronica Roth uma autora beeem injustiçada, adoro ela! E inclusive, sou uma das poucas que gostou do final de Convergente, rs
    Crave a marca está na minha lista pra conferir 😉 Não sabia sobre essas acusações de racismo 🤔
    Bjs
    http://acolecionadoradehistorias.blogspot.com

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  20. Olá!
    Já tinha ouvido falar deste livro mas não sabia das polemicas do livro, sinceramente são bem sérias mesmo. Ainda não li nada da autora e confesso que a trilogia divergente (acho que este é o nome) já tinha chamado minha atenção para ler algo da autora mas ainda não li. Enfim, adorei a premissa, espero conseguir ler em breve, acho esta capa bem linda.

    Beijos!

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  21. Oi Ivy.

    Acredita que ainda não li nenhum livro dessa autora?
    E pode acreditar eu tenho a série completa aqui em casa do Divergente, mas não li e tenho muita vontade de ler este livro que você resenhou, pois me falaram que ele é melhor do que a série. Eu gostei muito da sua opinião sobre Crave a Marca e desejo lê-lo. Mas vou começar pelos livro que já tenho em casa até conseguir comprar este. Parabéns pela resenha.

    Bjos

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  22. Oi, tudo bem? Me tornei fã da autora desde que conheci a série Divergente. Ainda não terminei de ler todos os livros então não tenho opinião formada sobre o final. Assisti todos os filmes se não me engano mas não consigo me lembrar com detalhes já faz um tempinho. Lembro quando teve o lançamento de Crave a marca e quase comprei de tanto que via as pessoas comentando mas acabei deixando de lado. Pela sua resenha percebi que a história é tão dinâmica quanto Divergente. Fiquei curiosa para ler. Um abraço, Érika =^.^=

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  23. Oi, Ivy!
    Eu não li os livros da autora e estou muito curiosa com esse, concordo que é um livro injustiçado e que os fãs da autora deveriam dar uma chance e quem ainda não leu nada dela, como eu, precisam ler também.

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  24. Eu nunca li nada da autora mais a sua resenha me deixou intrigada sobre esse livro não sabia que teve essa ""discussão por causa da cor". Eu irei procurar o livro para poder tirar as minhas próprias conclusões

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  25. eu amo a saga divergente e amo a veronica, preciso confessar que fiquei com o pe atras com esse livro depois de ler tantas criticas negativas, mas sempre quis dr uma chance a ele
    eu gosto bastante da premissa e acho que vale a pena ler sim, amei a sua resenha

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