(Review 358) - The Valiant (The Valiant #1)

em 30 de mayo de 2020

Título original: The Valiant
Autor: Lesley Livingston
Editora: Razorbill (USA) 
Páginas: 384
Ano de Publicação: 2017 (EUA)
Gênero: Aventura / Histórico
Saga: The Valiant
1. The Valiant 
2. The Defiant 
3. The Triumphant
Valoração: 
Goodreads / Amazon / Skoob / Saraiva


Princesa. Escrava. Gladiadora. 
Fallon é a filha de um orgulhoso rei celta e a irmã caçula da lendária guerreira Sorcha. Quando Fallon era ainda uma menina, Sorcha foi assassinada pelas tropas do imperador Julio César. 
No dia do seu aniversário de dezessete anos, Fallon está ansiosa para seguir os passos da irmã e ganhar um lugar na guarda real de seu pai. Ela nunca recebeu a chance.
Fallon acaba sendo capturada e vendida como escrava para uma escola de elite que treina gladiadoras - compradas por ninguém menos do que o próprio Julio César. Numa virada cruel do destino, o homem que destruíu a família de Fallon pode ser agora a sua única esperança de sobrevivência. 
Agora, Fallon precisa vencer rivais tenebrosas em lutas dentro e fora das arenas, e resistir a maior de todas as ameaças: seus crescentes sentimentos por Cai, um jovem soldado romano e um de seus inimigos jurados.
Uma estória rica, perfeita para fãs de Sarah J. Maas e Cinda Williams Chima, The Valiant nos conta a alucinante jornada de Fallon de feroz princesa celta a lendária gladiadora do poderoso império romano. 



The Valiant  é a primeira parte de uma trilogia juvenil toda diferentona, que aposta em uma ambientação incrível e pouco utilizada: a Roma dos tempos do imponente imperador Julio César  e de sua mais famosa amante de todos os tempos, a rainha egípcia Cleópatra. Aliada a esta ambientação temos uma trama que promete muita ação, intensidade e reviravoltas pois a protagonista é nada menos que uma gladiadora, uma das muitas guerreiras usadas para entreter e maravilhar a eufórica multidão romana.

Fallon  é a princesa de uma tribo celta de guerreiros da Bretanha, seu sonho é seguir os passos da irmã Sorcha  e integrar a guarda real de seu pai, Virico. Mas Sorcha caiu no campo de batalha e agora sua lembrança e seus ensinos é o que impulsionam Fallon a seguir adiante no sonho de ser uma grande guerreira. Quando o pai de Fallon desmancha todos os seus planos e tenta forçá-la a contrair um casamento arranjado com um antigo aliado, Fallon só quer desaparecer por alguns instantes para decidir o que fazer a partir de agora e como convencer seu pai a voltar atrás. Mas ela acaba testemunhando um crime naquela mesma noite, e enquanto tenta capturar o culpado e fazê-lo pagar pelo homicídio, Fallon acaba se afastando demais, e sendo capturada por traficantes de escravos.
Desprovida de suas armas, de sua identidade e de qualquer contato conhecido, a garota é levada em uma longa viagem, marcada como uma escrava à venda. Seu destino final é Roma. A Roma do poderoso imperador Julio César, o tirano cujas tropas invadiram sua tribo, sequestraram seu pai e mataram sua irmã.
Em uma jogada improvável do destino, Fallon acaba sendo vendida para o próprio imperador Julio César e, por ironia, será seu inimigo aquele que dará a Fallon a chance de finalmente ser uma guerreira. Ela agora faz parte do Ludo Aquila, o lugar onde o poderoso imperador mantém suas gladiadoras, as poderosas lutadoras que ganham a veneração dos romanos e também os favores do próprio César.
Fallon queria vingança, queria poder assassinar o célebre imperador e fazê-lo sofrer pela morte da irmã e pela ruína do pai, mas, aos poucos, as verdades de Fallon começam a estremecer e todo um futuro de novas possibilidades parece estar surgindo a partir do homem que ela mais deveria detestar.

Minha opinião:

Primeira coisa que tenho que dizer e deixar claro aqui: The Valiant não é uma fantasia !!! Esse é um livro que classificaria como aventura histórica, pois nos remonta aos tempos antigos da civilização romana e mistura fatos históricos verdadeiros, personagens que existiram, com uma protagonista e uma trama idealizadas pela autora Lesley Livingston. 
Não há magia ou qualquer elemento fantástico ou distópico aqui. A jornada de Fallon é toda baseada na vida real que tiveram os gladiadores da antiga Roma, e o que mais me surpreendeu foi ver todos os detalhes que a autora traz para o leitor sobre essa sociedade única e sobre os bastidores destes torneios mortais que se tornaram por muito tempo um símbolo daquele povo. 

Lesley Livingston construiu uma estória bem concreta e completinha, trazendo bastante emoção com os torneios incríveis que aconteciam nas arenas de Roma, as conspirações e traições nos bastidores dos todo-poderosos, as estratégias, e todos os segredos ocultos que existiam numa sociedade tão moderna e liberal como foi Roma, e ao mesmo tempo tão cheia de tramas e reviravoltas. A história de Roma e de seu imperador Julio César é por si só digna de um bom romance. Traído por um grande amigo, César é assassinado diante de seus próprios ex-aliados, antes disso foi amante de uma das figuras mais memoráveis do mundo antigo, soube fazer alianças como ninguém e se tornou um dos maiores estrategistas da história. César é citado até na Bíblia, e até hoje seu nome é sinônimo de poder e de traição. Com um personagem deste porte em sua trama, Lesley Livingston alcançou o mérito de apresentar uma protagonista de carisma e ímpeto invejáveis. Nem a presença de César consegue tirar o brilho de Fallon e ela é uma daquelas personagens que caem bem do princípio ao final.

Fallon é uma grande guerreira, que só quer seguir os passos da irmã falecida e se tornar parte da guarda real de seu pai, mas ela é passada para trás quando pai quer forçá-la a se casar com alguém que nem ama, e por isso decidiu se afastar. O afastamento acaba se tornando uma fuga já que Fallon é sequestrada por um grupo de escravistas. 
O mais bacana é que apesar de ser uma adolescente, Fallon é super madura nas suas atitudes, ela não tem ataques de infantilidade nem é a mocinha indefesa. Pelo contrário, ela é determinada e impetuosa, e dona de um caráter capaz de impressionar até mesmo a Cleópatra e o Julio César. 
Eu gostei da Fallon porque ela não é surreal, não é um personagem incrível demais, nem mártir demais, e nem perfeito demais. Fallon tem falhas, tem atitudes bruscas, ela diz as coisas sem pensar, e gosta de dar o troco na mesma moeda, esqueçam a boa moça altruísta porque Fallon certamente não é. Ela foge do clichê da protagonista predestinada a um destino glorioso, porque ela é a que vai traçando seu próprio caminho, sem ninguém determinar nada. Ela precisa da ajuda de suas aliadas, não é infalível, admite que se sente insegura e quando confrontada em suas crenças, ela sabe voltar atrás e admitir quando erra. Eu gostei muito da Fallon e achei que ela foi evoluindo maravilhosamente bem até o final, me deixando uma impressão super positiva.

Temos um romance que ocupa um papel secundário nessa primeira parte mas deixa o leitor bastante satisfeito porque o romance é pausado, vai acontecendo de maneira bem coerente com a realidade que Fallon enfrenta e o leitor vai testemunhando como as opiniões e os sentimentos da jovem vão mudando, como ela vai enxergando uma realidade diferente nas pessoas em Roma, especialmente a partir de seu próprio interesse amoroso, o decurião (oficial da cavalaria de César Cayo Varro
O Cay é um personagem que gostei bastante porque ele não é cheio de si, mas sabe bem o que quer. Ao mesmo tempo, ele não é inocente. Ele é um soldado treinado, experiente, conhece os artíficios necessários para vencer e prevalecer em Roma. Ele é um par romântico incrível para a Fallon porque ele apóia e tenta compreender as atitudes da garota. O amor deles não é um amor de cinema, daqueles para suspirar com declarações intensas. Na verdade a relação deles foi mais construída em muito companheirismo e confiança, e isso trouxe bastante credibilidade aos sentimentos do casal em virtude do entorno onde eles estão.

Na maior parte da trama a gente vai acompanhar a vida da Fallon no Ludo Aquila, que é onde as gladiolus vão treinar para seus combates. São várias garotas de diferentes lugares, todas compradas em leilões de escravos e agora elas encontram a possibilidade de alcançar a glória e a devoção da exigente platéia romana, e com isso comprar até mesmo a própria liberdade. É isso o que vai impulsionando Fallon, a chance de poder comprar sua liberdade, alcançar um status de glória e vencer ali mesmo na terra de seus inimigos. Esse é um livro extremamente feminista porque fala do poder e da força feminina, e também traz uma irmandade de mulheres poderosas.
Claro que numa irmandade de várias garotas competindo e treinando vão haver rivalidades, intrigas e muita inveja, e quando a Fallon começa a chamar a atenção da lanista do Ludo, que é a Aquilea, uma espécie de líder das gladiadoras e gerente do próprio Ludo, e também a atenção do próprio Júlio César, não vai faltar gente querendo derrubar a garota e tentando aprontar. O problema é que gladiadoras vorazes quando miram em alguém podem ser implacáveis e Fallon vai ter que lidar com essas rivais ao mesmo tempo em que luta para ganhar a admiração de César e assim as chances de liberdade. 
Eu gostei das intrigas criadas, porque essas meninas podem ser realmente malvadas quando estão irritadas. Estamos falando de gladiadoras, então quando elas decidem sabotar alguém geralmente são com ciladas de fazer o sangue do leitor gelar de medo pela Fallon e esse clima de insegurança faz as gente devorar o livro para saber se a Fallon vai conseguir se livrar de ser um alvo.

Temos um rol riquíssimo de personagens secundários. Julio César e Cleópatra ficaram fascinantes, um casal que transborda poder e carisma, que faz a gente querer visualizar essa relação e entender o que realmente os unia. Era amor? Era ambição? No livro, Lesley Livingston mostra um César de certa forma apaixonado, mas ainda assim capaz de ser bem durão com qualquer um. 
Além destes dois, as garotas que acompanham Fallon no Ludo não passam despercebidas. Tem a melhor amiga, a Elka, que é uma gladiadora sem papas na língua, sempre pronta para uma boa briga. E temos as veteranas como a Nyx, que se sentem meio líderes do grupo e adoram intimidar qualquer um que represente uma ameaça para as ambições delas. 

Embora os personagens e a trama tenham me encantado, o brilho todo desse livro reside na ambientação suntuosa, exuberante e majestosa de Roma. Uma Roma cheia de arte, cheia de luz, mas também recheada de trevas, de segredos, de orgias e de gente muito poderosa e muito perversa também. Quanta intriga naquele senado romano minha gente! Daria uma novela se fosse contar em detalhes...

Como único ponto negativo desse livro deixarei o final. Tipo assim, a trama toda se centra em conquistar a admiração de Julio César e quando chega na principal batalha, naquela que será decisiva, tudo acontece super rápido. Não entendi porque justamente o clímax da estória acabou sendo precipitado, parece que a autora percebeu que ia se extender demais nas páginas e decidiu do nada dar por finalizada a primeira parte, sem perceber que o leitor ia se sentir perdido justamente na hora do acontecimento máximo do livro.

Concluindo...

The Valiant  é um livro histórico focado na ação, nas reviravoltas, na luta pelo poder, e na estória de uma protagonista determinada a ser guerreira, conquistar as massas e alcançar a liberdade. É um manifesto feminista, com personagens determinadas e impetuosas, capazes de derrubar impérios e dominar tiranos. As reviravoltas da trama são incríveis e inesperadas, e a narrativa veloz e envolvente de Lesley Livingston me conquistou em cheio.

" Com essa morte, a multidão que nos assistia se deu conta de que aquilo não era só uma demonstração executada para elevar os preços do leilão, e gritaram desejosos por mais sangue. O dos homens, o de Elka, o meu, dava no mesmo. Aquilo fez o meu estômago revirar. Era isso o que os romanos consideravam um entretenimento? E ainda por cima chamavam a nós de bárbaros. "



" - Haverá o juramento de votos na próxima lua cheia,  - anunciou -, para vocês e para algumas das outras garotas que chegaram recentemente. Esse é um momento sagrado. E esta é uma vocação sagrada. Jamais se atrevam a pensar o contrário disso. Orgulhem-se e agradeçam aos Destinos que os trouxeram até aqui para que se tornassem gladiadoras. Sejam fonte de honra para esta casa. Sejam fonte de honra para vocês mesmas. Vençam. Sejam valentes. "


Continua em:


The Defiant


Lesley Livingston é escritora e atriz, e mora em Toronto, no Canadá. Tem mestrado em Inglês pela Universidade de Toronto, onde também se especializou em Literatura Arturiana e Shakespeariana. É cofundadora do Grupo de Teatro Tempest, com o qual se apresenta. Desde criança, é fascinada por histórias de mitologia e folclore, civilizações antigas e heróis lendários, e acabou se tornando especialista em mitologia grega e celta, esta última, rica em contos de outros mundos, magia e lendas do rei Artur. Sua intensa atividade cultural não a impede de cultivar outras paixões um pouco menos “intelectuais”: confessa que ama sem culpa sapatos e coisas brilhantes. 






Até a próxima, 


Ivy

19 comentarios:

  1. Oii, Ivy!
    Nunca tinha parado pra pensar nisso, mas realmente a Roma é um cenário pouco utilizado nas narrativas literárias!
    Eu não conhecia esse e fiquei super intrigada! Parece ser uma história repleta de emoção e reviravoltas. Amei a resenha e já quero ler o livro haha :D

    Beijos!
    Estante Bibliográfica

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  2. Oie Ivy!

    Eu jurei que era uma fantasia, mas interessante ser um bom livro, me lembrou um que li uma vez, apesar de ser um pouco diferente - estudos sobre veneno
    Uma pena que bem quando chegou no climax, passou rapido demais :(
    E a batalha acabou sendo nao aquilo que era pra ser né ><

    Beijocas da Pâm
    Blog Interrupted Dreamer

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  3. Oi Ivy! Eu adoro esta autora e não sabia desta trilogia escrita por ela. Achei a premissa ótima e uma boa escola de época para ambientar a história. Bjos!! Cida
    Moonlight Books

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  4. Alguns muitos anos atrás eu até tinha interesse nessa trilogia, mas se perdeu no tempo. Eu jurava que era fantasia, mas por ser algo mais histórico super me interessei novamente
    Beijos
    Balaio de Babados

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  5. Olá, Ivy.
    Eu já preciso desse livro. Achei muito interessante a época e o cenário escolhido para a história. Acho que nunca li nada do tipo. Vou torcer para que chegue logo por aqui. mas mais barato porque o preço está bem alto hehe.

    Prefácio

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  6. Achei o enredo bem curioso, e me fez lembrar um pouco a Mia, das Crônicas da Quasinoite no segundo livro: Godsgrave.

    Beijos

    Imersão Literária

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  7. Oi, Ivy como vai? Me parece ser uma leitura muito boa, pois a premissa é muito interessante. Tomara que venha para o Brasil não é mesmo, apesar de eu ler em inglês, ler na nossa língua é bem melhor. Amei sua resenha. Abraço!


    https://lucianootacianopensamentosolto.blogspot.com/

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  8. Oie Ivy, tudo bem?

    Eu adoro livros que tem como plano de fundo fatos históricos. Acho que isso torna a narrativa muito mais rica. Não conhecia o livro, mas fiquei bastante curiosa para conhecer a história, até porque a abordagem usada pela autora é bem interessante. Acredito que nunca vi nada com gladiadoras. E essa mistura de elementos da cultura celta com a romana antiga me chamou a atenção.

    Beijos;*
    Ariane Reis | Blog My Dear Library.

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  9. Cara, agora você falou, eu realmente nunca li nenhuma ficção sobre o periodo do Julio César e agora eu tô realmente muito curiosa!
    Nunca tinha ouvido falar desses livros e agora já quero! Sofro que o dólar tá nas alturas pois queria muito poder comprar agora. Mas já anotei a dica! Amei o post!

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  10. Oi, Ivy!

    Confesso que não sou muito fã de livros do estilo, mas por envolver fatos históricos verdadeiros já torna a obra mais interessante. E pela sua resenha bem completa e detalhada, o livro tem uma história bem rica!

    xx Carol
    https://caverna-literaria.blogspot.com/

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  11. Nossa!!! Gostei muito da sua resenha, gostei da ambientação do livro e a história me pareceu está bem construída. Quero ler os 3 livros e espero ansiosa as próximas resenhas.
    Beijocas.

    https://www.parafraseandocomvanessa.com.br/

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  12. Oiii!

    Que bom que você deixou claro que não é uma fantasia, pq eu achei que era... Mesmo não sendo meu estilo de livro favorito, fiquei bem curiosa para ler a história e conhecer os personagens. Suas resenhas sempre me deixam assim hehehe.

    Espero que a qualidade continue nos próximos livros!

    Beijinhos,
    Ani
    www.entrechocolatesemusicas.com.br

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  13. Oi Ivy.

    Gostei muito de conhecer este livro através da sua opinião parece ser bem interessante especialmente pelo fato de ser na época de Júlio César. Já estou anotando a dica porque quero conferir essa história. Parabéns pela resenha e obrigada pela dica.

    Bjos

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  14. Olá, tudo bem? Não conhecia essa série ainda, mas parece ser uma história repleta de ação e reviravoltas... Adorei a resenha!

    Beijos,
    Duas Livreiras

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  15. Oi Ivy, como vai? Eu nunca tinha lido nada sobre esse livro antes mas, olhando apenas pela capa eu diria que ele fala sobre jogos de video gama...kk. Gostei muito da sua resenha e fico pensando como a capa dos livros influênciam as pessoas a sentirem ou não vontade de ler um livro, no meu caso, como não achei a capa interessante não leria o livro mas, quando terminei a sua resenha já estava abrindo a página da amazon para verificar o preço...hehe

    Resenhas da Viviane

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  16. Cara, nunca tinha ouvido falar nesse livro, mas amei a ambientação dele e proposta da história. Mas acho que ele só foi publicado fora do país né?

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  17. Oi Ivi!
    Perdi até o fôlego de ler sua resenha, que história maravilhosa com o ambiente todo de guerreiros gladiadores que estão em busca de sucesso e reconhecimento, não conheço a autora, mas já anotei a dica. Parabéns pela resenha deu para perceber que gostou muito dessa leitura, pois foi surpreendente seus detalhes sobre o mesmo, bjs!

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  18. Eu ainda não conhecia essa obra, mas confesso que fiquei muito curiosa para saber o desenrolar da história, principalmente por ter uma personagem guerreira e totalmente determinada. O que mais gostei foi saber que não é fantasia e sim uma aventura histórica. Acho que nunca li nada do gênero e isso me chamou atenção. Dica anotada!

    Beijos.

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  19. Mas que premissa maravilhosa, eu não conhecia o livro e já quero ler. Nunca li nada com uma gladiadora e adorei a premissa, parece ser uma ótima leitura

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